O paciente tem autonomia para procurar diretamente o fisioterapeuta sem a necessidade de encaminhamento de outro profissional de saúde, como um médico, por exemplo.
Ao procurar atendimento, o fisioterapeuta realiza uma avaliação completa, identificando limitações de movimento, dores, disfunções musculoesqueléticas, neurológicas, respiratórias, reumatológicas, entre outras, e então define as condutas terapêuticas necessárias. Caso seja identificado algum sinal que necessite de avaliação médica, o paciente será encaminhado ao serviço.

A fisioterapia sem um número de sessões previamente estabelecido é um modelo de atendimento em que a duração do tratamento não é definida de forma rígida no início, sendo ajustada conforme a evolução clínica do paciente. Esse formato respeita a individualidade de cada caso, já que cada pessoa responde ao tratamento de maneira diferente.
O fisioterapeuta possui capacidade de avaliar, planejar e reavaliar continuamente o paciente, definindo a necessidade de continuidade, alta ou modificação do tratamento. Nesse contexto, o processo terapêutico começa com uma avaliação detalhada, onde são identificadas as queixas, limitações funcionais e objetivos do paciente. A partir disso, é elaborado um plano de tratamento, que não está limitado a uma quantidade fixa de sessões, mas sim à evolução funcional e aos resultados alcançados.
Além disso, a reavaliação constante permite ajustes nas técnicas utilizadas, garantindo maior eficácia no tratamento, evitando a interrupção precoce ou a realização de sessões desnecessárias.
Em resumo, a fisioterapia sem encaminhamento e sem número fixo de sessões predefinidas prioriza a qualidade do cuidado, a personalização do tratamento e os resultados clínicos, em vez de seguir um limite previamente determinado.